Na batalha de Marcus.
Ao olhar para a crian?a correndo em sua dire??o para atacá-lo, Marcus teve uma vis?o de seu passado. Uma pequena m?o queimada agarra seus pés. - Por... que? - Marcus corre instantaneamente sem rumo, fugindo do que havia feito com lágrimas nos olhos e o arrependimento profundo inundando seu cora??o.
Voltando do transe, ele desapareceu e reapareceu longe da crian?a, ela ficou atordoada, n?o entendia o que Marcus queria fazer.
Marcus suava frio, com sua m?o no rosto, sua respira??o ofegante. a crian?a disse - é mentira que você está longe. - Marcus instantaneamente usa sua habilidade sobre a verdade para tornar verdade que ele estava longe, seu VOG sendo mais poderoso que o de seu oponente, a verdade de Marcus apesar de prevalecer, enfraqueceu e ele ficou mais próximo da crian?a.
A crian?a abre as palmas da m?o em dire??o a Marcus fecha os olhos aproveitando-se do estado atordoado de Marcus, ao fechar as m?os, seu oponente tremeu e se ajoelhou no ch?o.
Vendo a crian?a correr em sua dire??o, o que Marcus viu foi diferente, ele viu um corpo pequeno e carbonizado correndo em sua dire??o. - N?o, me desculpe... eu... eu n?o sei o que aconteceu comigo... por favor - A crian?a fica atordoada por um instante n?o compreendendo do que seu oponente estava falando e atacou. - é mentira que você respira. - Mas n?o surtiu efeito. seu VOG era o da mentira e o de Marcus era o da verdade sendo o de Marcus um nível mais forte, quase alfa e o da crian?a um ?mega, por essa diferen?a a mentira conseguiu no máximo enfraquecer a verdade de Marcus, enquanto a mentira ficou incapacitada.
Levantando uma de suas m?os, Marcus cria uma barreira de pedra ao seu redor do mais completo nada tentando manter o `monstro` longe. O garoto toca a palma da m?o na parede de pedra, que inicia um processo de se desfazer lentamente. - N?o sei o que está acontecendo, mas preciso do VOG - ela pula e percebe que Marcus n?o criou uma parede de pedra em cima dele e pula na brecha, tentando tocá-lo com a m?o. Marcus sente o perigo e desfaz a barreira e corre assustado e desesperado para trás enquanto aponta a palma da m?o para a crian?a, que instantaneamente sai voando para trás e bate nas árvores. - Se afasta de mim, você está morto. - Grita Marcus.
A crian?a quebra o bra?o com o impacto. - Droga, que porra esse cara tem de errado ? - A dor fez com que lagrimas caíssem de seus olhos. Com esse ataque, a crian?a percebeu que Marcus era mais forte. Mas, ele se lembrou de sua família que precisava dele e continuou- é mentira que estou machucado. - sua habilidade regenerou sua fratura lentamente. - Nem assim se cura instantaneamente, mas ele se curou rapidamente. ISSO é injusto, porque ele se cura instantaneamente e eu n?o ?- Ainda com as lágrimas da dor. formulou um plano para matar Marcus que estava em posi??o fetal no ch?o, apesar de sua tenra idade, ele era inteligente o suficiente para sobreviver.
Ele se aproximou lentamente de Marcus que virou a cabe?a para olhá-lo, ele via um corpo carbonizado e às vezes alguns lapsos de vis?o da realidade. - Eu matei você, por que está me assombrando agora ? - N?o recebendo resposta alguma, ficou ainda mais desesperado, para ele, o corpo andava de forma bizarra, como se estivesse sendo controlado por cordas em um teatro de brinquedo. - Você me matou e acha que vai conseguir escapar? - A voz veio do `monstro` que perseguia Marcus, seu corpo inteiro tremeu de medo e desespero virando-se abruptamente. - é hora de pagar pelo que você fez - . O plano da crian?a era seguir o `roteiro` e atuar como a pessoa que Marcus estava alucinando.
Dessa vez ele conseguiu tocar a m?o em Marcus que estava em completo desespero e caos mental, a carne onde a crian?a estava tocando come?ou a se decompor. - Todos pagam pelo que faz enquanto vivos, n?o há como nem para onde fugir. - Dessa vez n?o foi a crian?a que disse isso e sim o `monstro` que o perseguia, ele estava ouvindo frases que n?o eram reais, fazendo-o, que já estava em estado deturpado e insano, perder sua capacidade de raciocinar tranquilamente, n?o conseguiu pensar em formas de se salvar, mesmo havendo milhares. Marcus pensou. - ele está certo, o que eu fiz deve ser pago, a morte parece ser um bom pre?o. - Ele desistiu de sua vida.
A crian?a vendo o brilho sumir dos olhos de seu oponente. - Droga, porque minha habilidade demora para matá-lo? - Ele puxou uma faca que estava escondida em suas roupas e tentou esfaquear o pesco?o de Marcus.
Uma brisa surgiu, barulho de gotas pingando no ch?o.
A decomposi??o de Marcus, diminuiu até que voltou ao normal. Quando ele abriu os olhos viu metade de um corpo carbonizado em pé, antes de cair no ch?o, ele se assustou e correu, mas n?o sentiu perigo algum, sua vis?o voltando ao normal, ele parou e olhou para trás, vendo a crian?a partida ao meio e o sangue escorrendo. Ele n?o aguentou ver a cena e virou o rosto.
Naquele momento, a crian?a, que trabalhava para sustentar sua família, pereceu.
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Antes, quando Doam olhou e viu a crian?a prestes a matar Marcus, ele levantou, mas n?o conseguiu se mexer direito devido aos ferimentos, quando uma brisa passou por ele e atingiu a crian?a, ele olhou para a dire??o da brisa viu Emerald abaixando a m?o. ela havia feito o ataque, ela havia matado a crian?a.
Doam ficou perplexo. - Ela matou ele ? - Ele n?o conseguia acreditar no que tinha visto, uma crian?a, morta partida ao meio. qu?o trágico poderia ser, diferente de Marcus que n?o conseguia encarar o corpo, marcus o encarava firmemente, mas sua mente estava em outro lugar. - No que eu estou metido ? - Sua determina??o de ajudar seu av?, naquele momento, vacilou, o medo tomando conta, seu corpo tremendo. - é realmente ela que meu av? queria ? Alguém capaz de matar uma crian?a sem nem hesitar ? - A dúvida tomou conta de sua mente, quando voltou a si, viu Emerald em pé perto do corpo morto.
Emerald suspirou permanecendo em silêncio olhando para o pequeno corpo partido ao meio, sua express?o n?o era de indiferen?a, ela apertou o punho, sua express?o voltando ao normal. Ela moveu as m?os novamente e eles desapareceram de seu local.
- Olhem os arredores, eles podem estar aqui em algum lugar. - Um Major de Solarion havia chegado ao local.
- Sim, Major Rygor - Rygor permanecia indiferente, batalhas entre detentores eram comuns.
- Major Rygor, o senhor precisa ver isso… - Ele caminhou calmamente em dire??o ao seu subordinado. Ao chegar viu a parte de cima do corpo, sua express?o permanecendo inalterada e ele voltou seu olhar para a floresta. - Uma crian?a detentora morreu numa batalha. uma batalha por VOGs aconteceu aqui. - Ele n?o prestou muita aten??o e virou-se para se afastar. - Esse é o problema, os VOGs est?o aqui. - Dessa vez a express?o de Rygor mudou. - Agora isso é anormal. - Ele manteve-se sério e receoso, n?o haveria motivo para deixar os VOGs para trás.
O Major Rygor estreitou os olhos, seu olhar passando por todo o campo de batalha, em seus olhos era possível ver vultos brancos - Verdade, imagina??o e… muitos outros. 3 versus 3. Mas só um corpo. - Ele estava criando teorias do gatilho da batalha.
- Vendo o nível de destrui??o, havia detentores alfas aqui, no mínimo 2. - Essa era a sua primeira vez investigando algo t?o estranho.
- Major, olhe isso aqui. - O major se direciona para o local. - Há mais ? - pensou ele. Quando chegou ao local, viu o capit?o acenar para um um sargento. - Moura, fa?a novamente - O sargento Moura levantou seus bra?os. - Sim, Capit?o.- as palmas de suas m?os estavam bem abertas, ele come?ou a fechá-las lentamente e quando as fechou por completo, uma cena surgiu, nela aparecia uma silhueta de duas mulheres lutando e durou apenas alguns segundos.
O sargento achou tudo muito estranho. - N?o houve prepara??o para essa luta. - Ele permanecia indiferente, mas sua express?o entregavam sua preocupa??o.
- Em uma luta de detentores, há prepara??o, apagando pistas, mas n?o houve. Os VOGs ainda est?o aqui… tudo indica que a batalha aconteceu abruptamente, mas por que aqui… - Ele saiu do local onde estava caminhando normalmente e ordenou. - Todos, podem retornar, enviarei um relatório pessoalmente. - Todos ficaram assustados, para um Major fazer um relatório pessoalmente.
- Tudo indica que alguém foi atraído até esse local e a batalha acabou escalando. - Enquanto saia da floresta, ele n?o conseguia relaxar. - Apesar de algo assim poder acontecer, há algo estranho. - Ele se direcionava para o palácio real na capital de Solarion, Laris. - Eu irei sozinho, será mais rápido - Antes que os outros pudessem falar algo, ele já havia desaparecido do local. - Vamos manter o ritmo e nosso destino. - Todos os subordinados disseram em uníssono. - Sim, Capit?o. - Até mesmo a express?o do capit?o era séria.
Solarion, na capital Laris.
Dentro de um palácio gigantesco e belo.
- Preciso falar com o General. - O exército ficava em outro lugar, mas o General estava no palácio real para trabalho. Os guardas cumprimentaram o Major. - O general está em uma reuni?o. n?o pode falar no momento. - Rygor demonstrou decep??o. - Quanto tempo irá demorar ? . - Os guardas balan?aram a cabe?a. - Nós n?o sabemos. - Eles eram apenas guardas, n?o saberiam de qualquer informa??o relevante. Mas neste momento a reuni?o havia se encerrado e o General apareceu e viu Rygor, ele acenou para os guardas que deixaram ele entrar. Rygor seguiu o General até uma sala onde havia uma bancada com uma cadeira na frente e uma atrás e ele sentou-se, de frente para Rygor, colocou as m?os cruzadas na mesa. - Major Samuel Rygor, qual seria o motivo ? - O major permaneceu de pé. - Aconteceu algo estranho numa investiga??o hoje, senhor General. - Ele descreveu a cena para o General detalhadamente.
O General suspirou. - Entendo. - Ele pareceu desapontado, n?o com rygor, mas n?o se sabia com o que. - Senhor, se eu puder perguntar. Parece que já era esperado, posso saber o que é ? - Rygor queria entender o ocorrido.
O General ficou calado por um tempo enquanto encarava Rygor. - Ignore esse assunto, n?o o investigue mais. - Rygor ficou surpreso com o que ouviu. - Mas senhor, isso poderia afetar o império. - O General apenas acenou com a m?o para Rygor parar ali mesmo. - você n?o tem patente para saber. Essa é uma ordem de seu General, Major samuel Rygor. - O general olhou para ele, que se assustou. - N?o desobedecerei suas ordens, General Santos. - Ele sabia que tinha algo acontecendo. - você pode se retirar agora. - O General descruzou as m?os e se levantou da cadeira caminhando para o lado, onde havia uma janela. - Sim, Senhor General. - Rygor caminhou até a porta a abriu, saiu e a fechou, sua express?o mudando instantaneamente. - Que porra ta acontecendo ? - Ele pensou enquanto caminhava pelo corredor, perdido em pensamentos profundos.
De volta para dentro da sala.
O General olhava pela janela, vendo o jardim do palácio que só era possível por essa janela. O jardim era belo, flores sagradas por toda parte em sua maioria e também haviam algumas rosas e flores de cores vermelhas, laranjas e amarelas, era um belo contraste de cores. - Parece que ele quer nos envolver de qualquer jeito. - O desagrado claro em sua express?o enquanto olhava pela janela.
toc toc. Alguém bate à porta. - Entre - diz o General.
Uma voz soa dentro da sala - Suas ordens chegaram. - Nesse momento uma carta aparece no balc?o da sala. - Entendo - .
Ele senta-se novamente, abre a carta e a lê - como imaginei, n?o será t?o fácil para você nos envolver, ele sorri baixinho e aumenta o tom da risada progressivamente.
O Major samuel Rygor estava em um quarto dentro do palácio. - Eu sou um Major e n?o tenho patente suficiente… - Ele queria descobrir o que estava acontecendo, mas n?o poderia investigar. - com meu ramo diferente há um limite de até onde posso subir… esse evento talvez me ajude - Ele estava feliz, poderia usar a situa??o a seu favor. - Terei que agir com muita cautela a partir daqui - Ele esbo?ou um sorriso contido, vendo uma possível saída.

